SUA EDIFICAÇÃO ESTÁ PREPARADA PARA A VOLTA DA PANDEMIA?

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 Antonio Carlos Vendrame

O acúmulo de pessoas nos edifícios, motivado pela produção em massa, induz à concentração de microrganismos na atmosfera ambiental.

A maior quantidade de ocupantes e o grande nível de atividade interna redundam no aumento na interação social e na conectividade oriunda do contato direto entre pessoas, além do óbvio contato compartilhado com superfícies ou objetos (fômites).

Uma contundente prova do aumento do risco de contágio associado com o acúmulo de pessoas foi o surto de Covid-19 ocorrido no navio de cruzeiro Diamond Princess em janeiro de 2020. Este episódio mostrou a alta transmissibilidade da Covid-19 em razão do confinamento de pessoas num ambiente.

A movimentação de pessoas em espaços limitados, promove o contato direto e indireto com superfícies ao seu redor. Os microrganismos contidos no ar atmosférico acabam por se depositar em superfícies ou podem ser relançados à atmosfera devido a fluxos de ar naturais (ventos) ou artificiais (ventiladores e condicionadores), movimentação de pessoas e tantas outras razões.

As partículas relançadas podem se depositar sobre objetos, que ao serem contatados por qualquer pessoa, realizam o transporte dos microrganismos entre humanos.

O indivíduo, uma vez infectado, libera gotículas virais, na tosse ou espirro, antes, durante e após os sintomas aparecerem. Tais gotículas poderão se depositar no solo ou em objetos, servindo como receptáculo para a transmissão.

Temos evidências suficientes de que os objetos podem ser contaminados com gotículas contendo o SARS-CoV-2 de indivíduos infectados por secreções corpóreas, tais como saliva, secreção nasal, contato com as mãos e as gotículas resultado de conversas, espirros, tosse, vômitos etc.

Ainda não conhecemos totalmente a dinâmica de transmissão da Covid-19; no entanto, com base no estudo da SARS-CoV e MERS-CoV, bem como dados preliminares sobre a SARS-CoV-2, é provável que o vírus possa permanecer em objetos durante minutos até vários dias, segundo o material construtivo deste objeto.

Para agravar a situação, há ainda estudos que demonstram a presença de SARS-CoV-2 nas fezes, evidenciando o risco de transmissão por via fecal-oral.

Um detalhe que precisa ficar claro é que um vírus jamais circula no ambiente como partícula individual, mas sempre sendo transportado por uma gotícula, a qual lhe fornece água, proteína, sais minerais e veículo de transporte.

Anteriormente à pandemia, os escritórios caminhavam numa tendência de sobrecarga de trabalhadores compartilhando um mesmo ambiente de trabalho. Estes ambientes favoreciam a disseminação de doenças transmissíveis de forma aérea e, em menor escala aquelas transmitidas pelo contato.

O compartilhamento de objetos também criou uma facilidade para a doença se transmitir entre as pessoas. Ideias que pareciam fantásticas anteriormente, hoje estão descartadas, a exemplo da carona compartilhada.

O ar condicionado trocou de lugar com as janelas abertas. O uso de ar condicionado se tornou restrito apenas ao modo que não recircula o ar interno do ambiente. A ventilação natural promove uma renovação do ar permanentemente, aumentando a taxa de troca no local.

Assim, as empresas que habitam edificações devem encorajar seus trabalhadores a manterem as janelas abertas, não só para a troca de ar, mas também para a entrada de luz solar que é germicida.

Com o advento da Covid-19, por questões do isolamento social, o home office que já vinha sendo adotado por algumas empresas, passou, do dia para a noite, a ser a regra. Milhares de trabalhadores foram despachados da empresa para suas residências.

Ainda que a pandemia não tenha dado trégua às suas vítimas, as empresas estão retornando gradativamente às atividades. Timidamente são reabertos os espaços, com um número mínimo de pessoas para se analisar se é possível um retorno com segurança.

No entanto, tais espaços jamais voltarão à ocupação anterior, que em contas rápidas será a metade da ocupação original. As empresas terão de criar turnos novos de trabalho, caso não queiram investir em ampliação de suas instalações.

Diversos protocolos terão de ser implementados e, as empresas não só deverão cumprir a lei, como também garantir, para que não sofram penalidades, que o ambiente não proporciona o contágio. Medidas simples como lavar as mãos e a manutenção da distância entre os trabalhadores dão resultados positivos, porém, não possuem alta eficácia sozinhos. É preciso fazer mais! E, enquanto não chega a vacina, é preciso extinguir o vírus no ar ambiental.

A luz ultravioleta, utilizada no comprimento de onda correto, possui propriedades germicidas e, há várias décadas vem sendo utilizada como instrumento de inativação de microrganismos. Vários estudos demonstram que alguns minutos de exposição à UVC é capaz de inativar 99% dos vírus, inclusive da família corona.

A Vendrame está representando o equipamento Sanitix®, que realiza a sanitização do ar ambiental por meio de ultravioleta, inativando todos os microrganismos, prevenindo o contágio no ambiente de trabalho.

Garanta a saúde do seu ambiente de trabalho. Procure-nos!

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