TRANSTORNOS MENTAIS DECORRENTES DO TRABALHO REMOTO

Em tempos de pandemia, o home office trouxe uma nova forma de adoecimento aos trabalhadores. Excesso de trabalho, solidão profissional, pouco repouso, medo da doença, incerteza do futuro, medo do lockdown e falta do contato pessoal são as principais queixas dos trabalhadores em home office, detectadas pelos profissionais que atuam com apoio emocional via teleatendimento.

Já era esperado que a pandemia seria acompanhada de uma série de transtornos mentais associados ao trabalho remoto, além de interferir no convívio familiar. O problema foi o fato do distanciamento social ter sido instituído de forma abrupta, sem possibilidade de uma adaptação progressiva.

Por um lado, o profissional “empresta” a sua casa para o empregador e do outro ele não tem muita opção caso queira continuar trabalhando. E o que é pior: o planeta vive ao mesmo tempo essa demanda do home office!

Existem diferenças entre estar na empresa ou dentro de sua própria casa. Primeiro temos que escolher um local que, na maioria das vezes, não é ergonomicamente preparado e não tem ninguém supervisionando a sua postura corporal e nem as suas atitudes. Pode ser apertado, mal iluminado, barulhento, quente, frio etc., porém pode ser o único lugar que tem para “ceder” ao seu labor.

Sem dúvida se eleva o índice de estresse com trabalhos além do esperado, inseguranças pessoais, pois em equipe você pode consultar rapidamente algo que desconheça para poder executar a sua atividade, mas, estando sozinho em sua casa isso pode ser mais demorado. Daí, é importante que se tenha um líder que esteja muito próximo de todos orientando e apoiando.

O teletrabalho pode, ou não, ser considerado como gerador de uma doença ocupacional, entretanto, nem sempre é tão fácil chegar a esse diagnóstico, pois podemos ter os males físicos e os psíquicos concomitantemente.

Toda vez que não conseguimos controlar adequadamente todas as instabilidades do espaço físico teremos problemas com a ergonomia e, aumentando o estresse seu aparato psíquico irá sofrer, pois se a demanda é maior do que aquilo que o ser humano pode suportar, adoecemos.

A primeira questão é a falta de atenção concentrada e os erros nos processos de trabalho, pois a ansiedade nos invade e, dependendo do grau de resiliência de cada pessoa, ela pode adoecer. Isso se torna intenso se com a Covid, o profissional perder alguém de alta significância para ele. E a conta é certa: menos resiliência, mais fragilidade; por isso, pequenas mudanças – como sentir-se apoiado e acolhido por um profissional de saúde – nas atitudes podem fazer grandes diferenças, ter grandes efeitos no mental e psiquismo o que afetará de forma positiva os resultados. Tudo o que o profissional mais quer durante momentos de sofrimento é a empatia dos demais sentindo-se respeitado.

É confirmado que, se o indivíduo busca alguma forma de terapia (apoio emocional via teleatendimento ou apoio emocional online) ele reforça os processos interiores de defesa, se torna mais consciente de seus sentimentos e emoções podendo aprender a lidar com elas e, assim, construir novos significados para a sua vida. Sentir-se “só” por longos períodos e ainda estar com vários conflitos não é positivo, pois pode desenvolver uma depressão e junto o medo de parecer improdutivo ao trabalho.

Quando o profissional se sente acolhido ele aumenta sua capacidade em cooperar em grupo com melhor empatia e favorecendo a busca de metas e resultados, retorna à automotivação e o comprometimento.

As empresas devem estar atentas e com o apoio emocional via teleatendimento ou apoio emocional on line elas ajudam seus colaboradores a:

  • Evitar perdas nos negócios da empresa, pois a pessoa está mais centrada em seus objetivos e dos resultados que deve alcançar;
  • Dar respostas emocionais mais inteligentes evitando a disrupção emocional seguida de angústia;
  • Tirar a atenção do desconforto mental, psíquico, afetivo e físico;
  • Auxiliar a tomar consciência de conteúdos internos;
  • Voltar ao envolvimento saudável com o mundo;
  • Aumentar a receptividade para novos aprendizados;
  • Resolver aspectos não resolvidos;
  • Diminuir a alternância de humor;
  • Elevar a autoconfiança.

 

A Vendrame Consultores, mais uma vez sendo proativa no mercado, lança seu mais novo produto: APOIO EMOCIONAL VIA TELEATENDIMENTO, no qual os trabalhadores em home office são periodicamente atendidos por psicólogo, o qual precocemente detectará eventual psicopatologia existente.

 

Publicado por

Luísa Gubitosi de Medeiros
Psicóloga – CRP: 06 / 44860 – 9

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